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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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A casas de fadas sustentável

Mäyjo, 29.03.16

fadas_aENERGIA GEOTÉRMICA APERFEIÇOA CASA DE FADAS NORTE-AMERICANA

O mercado imobiliário norte-americano recebeu no início deste ano uma das suas mais intrigantes ofertas: uma moradia que imita as tradicionais casas de fadas, retirada de qualquer conto de Hans Christian Andersen ou irmão Grimm.

A casa foi terminada já em 2016, pode ser vista nas colinas de Ashland, no estado de Oregon, e remete-nos – toda ela – para a nossa infância. No entanto, ela é mais do que a união de uma casa de árvore e moradia moderna. Para além de vistas deslumbrantes para o monte Shasta, a casa de 825 metros quadrados fica numa propriedade rural rodeada de rios e com um clima moderado durante todo o ano – a região é também adorada pelos praticantes de birdwatching.

De acordo com o Inhabitat, a casa homenageia os povos indígenas norte-americanos e a sua comunhão com a natureza. A maioria dos materiais utilizados, como seria de esperar, podem ser encontrados naquela região. Por outro lado, a casa é aquecida e arrefecida pela energia geotérmica – a cereja em cima do bolo desta construção sustentável.

O andar de cima é composto por dois quartos – a suite tem um tecto de cedro e uma janela com vista para o vale, rico em biodiversidade; enquanto o segundo quarto possui também uma casa de banho com um amplo duche, onde se destacam os seixos naturais.

Um segundo edifício alberga uma piscina, aquecida pelo telhado de vidro que armazena o calor do sol. O único inconveniente é o preço: cerca de €7,4 milhões.

ILHA DO CORVO VAI TER PAINÉIS SOLARES E BOMBAS DE CALOR EM TODOS OS EDIFÍCIOS

Mäyjo, 12.01.16

Ilha do Corvo vai ter painéis solares e bombas de calor em todos os edifícios

A ilha do Corvo, nos Açores, terá em breve todos os seus edifícios equipados com painéis solares e bombas de calor, de acordo com o jornal Construir. O projecto chama-se Corvo Sustentável e pretende dotar de um sistema integrado de energias alternativas, que conjuga a energia eólica, hídrica e solar e reduzindo, neste processo, a utilização de combustíveis fósseis.

Segundo o Construir, o projecto inicia agora a sua segunda fase. Na primeira foram instalados equipamentos em 37 das 145 habitações da ilha. Agora, o programa vai estender-se aos restantes edifícios, tornando o Corvo na primeira ilha do arquipélago com painéis solares e bombas de calor em todos os seus edifícios.

A segunda fase do projecto vai custar €760 mil e conta com uma participação de €500 mil por parte do Governo dos Açores. “A utilização dos sistemas solares e das bombas de calor permite, a uma família-tipo, conseguir uma poupança de cerca de €40 por mês nos custos com a energia”, explica o Governo dos Açores.

O projecto visa também reduzir significativamente o transporte de garrafas de gás para a ilha. O Corvo é habitado por apenas 400 pessoas.

 

A Lagoa Azul da Islândia

Mäyjo, 06.12.15

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A Islândia é um país fascinante em vários aspetos e a sua Lagoa Azul com poderes regenerativos não é exceção. O nome deriva da surpreendente cor azul que apresenta e as águas que a alimentam provêm do escoamento de uma central geotérmica localizada nas redondezas.

Estas águas possuem características regenerativas e funcionam como uma espécie de termas, com temperaturas entre os 37 e 40 graus Celsius durante todo o ano, atraindo milhões de pessoas anualmente, refere o Inhabitat.

O azul luminoso da lagoa deve-se às elevadas concentrações de sílica, algas e minerais. Embora a água em si seja de uma tonalidade branca leitosa, a sílica reflecte a luz solar e as algas adicionam um pouco de pigmento verde. No final, o resultado é um azul luminoso.

Apesar de as outras lagoas geotérmicas da Islândia serem também ricas em minerais, apenas o rácio de minerais encontrado na Lagoa Azul possui características regenerativas, ideais para pessoas com problemas de pele, como os eczemas e a psoríase.

Em plano de fundo da lagoa existe a central geotérmica. Ao aproveitar este tipo de energia para gerar electricidade, a Islândia conseguiu reduzir o consumo de combustíveis fósseis. Em 2011, cerca de 66% da energia produzida na Islândia provinha de recursos geotermais.

Reconstrução da Estação Central de Salzburgo aposta na energia geotermal

Mäyjo, 17.12.13

Reconstrução da Estação Central de Salzburgo aposta na energia geotermal (com FOTOS)

 

A reconstrução da Estação Central de Salzburgo, na Áustria, está quase completa e o projecto já recebeu dois grandes prémios. A firma alemã de arquitectura Kadawittfeldarchitektur venceu uma competição por ter redesenhado a estação em 2009, com um plano de melhoria dos transportes e da conectividade ao centro.

Os arquitectos tiveram de renovar as vias férreas, de forma a integrar a histórica estação da década de 1860 no novo plano, o qual incorpora várias pontes e passagens, bem como um sistema geotermal que fornece toda a energia necessária para o seu aquecimento e arrefecimento.

A Estação Central de Salzburgo continuou operacional enquanto este ambicioso processo de reconstrução estava a ser concretizado – 750 comboios, transportando cerca de 25 000 passageiros continuaram a circular, o que requereu um complexo planeamento. A alteração de vias pré-existentes teve de ser atentamente cronometrada e coreografada para uma transição sem o mínimo transtorno.

Espera-se que a reconstrução esteja finalizada em meados de 2014. Entretanto, o projecto recebeu o prémio austríaco Staatspreis Design e o European Steel Award.

 

in: Green Savers

Nova Zelândia abre a maior central geotérmica do mundo

Mäyjo, 24.10.13

 

Nova Zelândia abre a maior central geotérmica do mundo

 

A Nova Zelândia acaba de anunciar a conclusão da maior fábrica de energia geotérmica do mundo. Projectada pela Mighty River Power, a central geotérmica Ngatamariki de 100 MW é o terceiro projecto de energia geotérmica realizado no país desde 2008. A infra-estrutura está localizada perto de Taupo e é considerada um marco estratégico, tal como uma importante conquista.

Devido à natureza complexa dos projectos geotérmicos, a empresa dedicou mais de uma década a construir parcerias e mais de €55 milhões (R$ 165 milhões) em explorações antes de tomar a decisão de avançar para a construção da fábrica.

“O nosso compromisso (…) para este projecto só foi confirmado depois de nos satisfazermos em cada uma das suas frentes – e a sustentabilidade a longo prazo dos recursos e retornos dos nossos investidores”, afirmou Joan Withers, da Mighty River Power.

Ormat, empresa responsável pela construção da fábrica, diz tratar-se da maior instalação do género do mundo. Funciona através da alimentação de conversores de energia com fluido geotérmico a alta temperatura (193º C). Nesta configuração, 100% do fluido geotérmico é reinjectado com zero consumos de água e baixas emissões, minimizando o impacto sobre o ambiente e sem esgotar os reservatórios subterrâneos.

Ao contrário de outras formas de energia sustentável, a geotérmica não está dependente das condições climáticas, o que significa que pode ser executada a qualquer altura, sem interrupções.

Inhabitat adianta que as cinco centrais geotérmicas da Mighty River Power geram cerca de 10% da electricidade anual total da Nova Zelândia. A iniciativa geotérmica da empresa evita o uso do carvão, poupando ao país mais de três milhões de toneladas de emissões de carbono por ano.

in: Green Savers